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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ao mundo dos sonhos - capítulo 2


Queda do trono de gelo
1
Bem vindo ao mundo dos sonhos. Um país imenso cheio de encantos e paisagens maravilhosas. Aqui, em ano, fazem mais de 6 estações. Encontramos-nos na estação de "Colheita Branca", onde todas as casas são cobertas por uma densa camada de gelo e um gelado vento que beija os mares traz calafrios às senhoras que sentam nos parques conversar sobre o passado.
Uma casa, mais especificamente, nos chama a atenção quando a porta da frente é aberta. Um homem jovem vestindo um casaco grosso como se tivesse saído de uma festa a fantasia do século XVIII sai olhando para o céu tentando prever o tempo que obviamente não mudará.
- Hum.... - Ele vira para a casa e olha a janela do segundo andar, aberta por sua mulher.
- Benzinho, coloca um maiô por que vai fazer calor hoje. - comentou sarcástico
- Aposto que você viu isso no seu horóscopo. - a mulher respondeu, brincando com o passatempo do marido. Ele fechou a cara.
Ele começa a andar pela rua, em passos lentos e arrastados, muito por culpa da neve.
Depois de uns 10 minutos de caminhada, ele encosta em uma árvore para descansar. Senta no macio da neve e observa o oceano, que se projeta em sua frente como um belo quadro. Fecha os olhos e pensa em sua juventude, dorme.

2

De repente, um clarão surpreendente atrás da árvore traz ao chão um corpo. Um homem velho de capa preta aterrissa duramente no chão. Levanta-se como se nada tivesse acontecido, olha para os dois lados e se dirige para a estrada. Quando desce da pequena altura de uma pedra encontra um jovem deitado. O reconhece:

- Ei, Renato, acorde. - ele balança levemente o rapaz.
- Ahn.... quem é você?? - o jovem pergunta
- Como quem sou eu? - Flanela começou a ficar bravo - Você sabe quem sou eu, agora levante-se e vamos fazer o que viemos fazer, o tempo é precioso nesse lado do feixe.
- Eu não sei quem é você, por favor, vá embora.
Violentamente ele agarra-o com as duas mãos pelo colarinho, e o levanta. Imperativo, esbraveja:

- Do que você está falando Renato? Onde estão os outros? Pare com essa brincadeira. - Então lhe dá um soco que deixaria seu olho roxo pelo resto da semana, pelo menos. - Idiota, acha que eu sou quem?
Renato da um grito apavorado e cai no chão. Whye passa a ouvir um som de marcha, mas muito rápido. Quando olha na direção proveniente do som, vê homens com os rostos pintados de azul e vermelho vindo em sua direção. Olham diretamente para ele e possuem uma expressão de ódio. Renato então comanda:

- Peguem ele! - E a marcha se torna um trote, e então uma corrida. Flanela corre, é surpreendentemente rápido para seu tamanho, e consegue fugir entre as árvores.
- Perdemos ele, meu Senhor. Aquele infeliz será exterminado, pode contar com a minha palavra. - diz um careca, muito forte, aparentemente um líder do grupo.
- Tenho certeza de que você cumprirá com a sua palavra, como sempre. Agora vamos voltar, façam um retrato falado dele e espalhem por toda a capital como procurado, algum caçador de recompensas vai aceitar o trabalho.

continua...

3 comentários:

  1. to meia boiando ,mas temos q espera a continuação
    sorte na sua caçada com escritoras
    qm sabe eu nao t mando um email,
    bjos bom fds

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  2. Ficou interessante, meio dark um pouco, caracteristicas um tamto infantis com um aspecto levemente mais soturno. espero a continuação, muito bom mesmo

    http://cemiteriodaspalavrasperdidas.blogspot.com/2009/10/o-delirio-e-imaginacao-de-um-cavaleiro.html

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