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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O mestre. -Capítulo 4.

Raul quando soube que foi roubado se dirigiu ao banco revoltado.
-Incompetentes isso é o que vocês são! Roubam 100 mil reais de mim e vocês dizem que não podem fazer nada, só estou rodeado de ignorantes.
-Acalme-se doutor Raul.
-Que calma Sérgio, me roubaram.
-Mas antes de fazer o saque de quantias grandes, deve-se informar o RG, CPF, a data de nascimento e a senha. E a pessoa que fez isso sabia de todos os seus dados, e o senhor não devia informar a senha sem saber a origem do e-mail, e quem fez a retirada estava com a roupa da empresa. - fala o gerente.
-A culpa é minha agora. Você está dizendo que fui roubado por um dos meus funcionários?
-Ou ex senhor. - interrompe Sérgio.
Entra na sala uma moça.
-Aqui as fitas do circuito interno senhor.
Colocam a fita e adiantam para o horário das 14:37, e Raul se espanta ao ver no vídeo Pedro.
-Não pode ser. Coitado desse infeliz quando pegá-lo, vai se arrepender de ter se colocado no meu caminho.
-É o Pedro senhor.
-É aquele cretino.
-O senhor o conhece?
-Trabalhava para mim.
Raul não acreditava que iria ser roubado logo pela pessoa que ele julgava mais inútil na empresa, a sua ira tinha aumentado.
-Quero a pasta de Pedro Almeida Campos.
Alguns minutos volta a secretária com a pasta.
-Eu te subestimei rapaz. - ele fala olhando para a foto de Pedro.
Entra na sala Sérgio.
-Quem diria chefe que o mosca morta do Pedro...
-Escreve uma coisa Sérgio, eu só vou descansar quando colocar as mãos nesse rapaz e no meu jantar ter a cabeça dele servida numa travessa.
Enquato isso, na casa de Pedro e Ana, eles jantavam à luz de velas.

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