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domingo, 22 de novembro de 2009

Rota 21 -Capítulo 9.

Nova iorque, 24 de fevereiro; 23:17
Chegam os homens no predio onde estão as meninas, Paulo e Carolina.
Eles estão negociando chegam, os policias, a troca de tiros e gritos. Carolina tira uma arma e Sílvia atira nela, atingindo no ombro, ela olha pra ela e cai no chão.
Paulo entra no quarto e traca a porta, os os são presos.
- Está bem ? – Pertgunta Caetano, o marido de Sílvia.
- Sim estou.
- vocês estão livres.
As meninas começam a chorar.
- Sai desse quarto Paulo Basto .
Ele no quarto coloca cocaina na siribga com uma liquido e aplica na veia. Arrombam a porta e encontram espumando e tremendo.
- Rápido.
Carolina ver eles levando o levando antes de apagar.
Ela acorda no leito de hospital e ver Sílvia.
- Seu nome é Sílva mesmo.
- Sim, so menti o sobrenome. Homicídio, ocultação de cadáver, formação de quadrilha, furto pirataria e trafico. Você vai pegar muito tempo de cadeia. E seu marido chegou morto no hospital.
Carolina começa a chorar.
- Descobrimos aqui que você está grávida já de dois meses.
Ela grita e deita na cama.
- Vou fazer de tudo para amenar sua pena se me ajudar.
Ela treme, entra o enfermeira e aplica uma injeção nela ela para e dormi.
Sílvia fica a olhando por algum tempo e se retira.
Aristóteles entra em um deposito, abre a caixa e tira uma cartela e pega um comprimido e o esfarela e cheira .
- Cocaina .
Os homens são presos.
Arrombam o apartamento onde estão Bárbara e Renato.
Ela é presa.
- O que está acontecendo ?
Renato tenta fujir pela janela, mas é jogado no chão e é preso.
Bárbara olha Renato algemado.
- Sabe que o que está acontecendo aqui menina ele trabalha para seu pai, é traficante de cocaina.
Bárbara e levada até um jatinho e Renato vai com Aristóteles no navio, e é algemado no mastro.
- Vamos dá um passeio.
Bárbara é levada ao hospital e entra a medica com o resultado
- Já posso sair daqui ?
- O seu exame deu possitivo para ovírus da AIDS.
Não pode ser. Ta errado ! Eu não sou soro possitivo.
-Fizemos o exame duas vezes. Pessoas com quem você envolveu tem vários parceiros e compartilham seringas.
-Sai.Vai embora!- ela chorando, se encosta numa parede e desce sentando no chão.
-tem pessoas que conseguem conviver com a AIDS, podem ter uma vida normal.
-Vida normal? Estou com uma sentença de morte nas costas. Eu vou morrer! – ela grita, coloca a mão na cabeça.
A m´dica a deixa sozinha.
No návio Renato conseguem soltar a algema olha para os lados, corre e pula, cai na água, começa anadar.Os policiais atiram nele.
-Voltem com o návio. – ordena Aristóteles.
-Não dá senhor.
-Droga.
Renato nada muito, está cansado, olha para todos os lados, nenhum sinal de terra firme, até o návio desaparecer na imensidão.
-Não! – grita e não é ouvido.
Branca é levada a sala de visita e ver a filha lá. Ela senta-se.
-Como foi em Paris?
-Eu não estava em Paris, fui para Milão com um dos homens do papai. Os nossos bens estão apreendidos. A senhora foi presa por tráfico.
-Uma injúria, só acharam 9 quilos comigo.
-Estou com AIDS.
Branca se levanta e se afasta da filha.
-Guardas!...Guardas!
-Eu sou sua filha! – ela grita.
-Eu não pedir que você se envolvesse com bandido.
-A senhora também é bandida.
Chegam os guardas.
-Me tirem daqui. – pede Branca.
Ela se retira com os guardas, Bárbara começa a chorar.
Cosme chega em casa e ver Manuela vomitando no vaso sanitário, a leva para o sofá.
-O que houve?
-Eu estou grávida. – mostra o teste de farmácia.
-É dele?
-Não.
-Mentira. Como você pode saber se é meu? Transou com os dois.
-É seu porra! – ela grita.
-Não, é dele.
-Seu cú.
-É dele.
-Se cú. Se não acredita em mim é melhor terminar. – ela chorando –Eu podia muito bem dizer que era dele, agora ele tá rico.
Ele toca na barriga dela, está com os olhos lacrimejados.
-Um filho. – sorrir –O que vai ser dele?
-Mate Damião. – ele olha para ela – Assim garantiremos um futuro para o nosso filho.
Depois se encontram com Damião que está cheio de ouro, terno e gravata.
-comprei presentes para vocês.
Um vestido para Manuela e um relógio para Cosme.
-Obrigado.
Manuela olha para Cosme.
Damião vai para um bar, sai já tarde da noite, a rua está deserta.
Cosme aparece atrás dele, Damião vira-se.
-Irmão.
Cosme levanta uma arma, está chorando.
-O que é isso? – Damião pergunta.
Mas Cosme não responde e começa a atirar um total de cinco tiros.
Damião cai no chão, se aproxima Manuela, Cosme se ajoelha.
Cosme e Manuela levam o corpo a uma construção abandonada e o deixam lá.
Depous voltam para a casa, na cama, ela sentada encostada na cabeceira da cama de calcinha e com uma blusa de botão aberta, Cosme só com um short, chorando deitado no colo de Manuela.
Pelo resto da madrugada Cosme treina a assinatura de Damião. Ela se aproxima para ver , comendo uma maçã.
No dia seguinte vão a agência, ele falsifica assinatura de Damião e pegam o dinheiro.
Lara chega ao hospital e não ver o noivo no leito. Ela vai falar com a enfermeira.
-Onde está o rapaz que estava nesse quarto?
-Foi transferido, acordou do coma, está fazendo uns exames.
Ela depois foi se encontrar com ele no novo quarto.
-Amor.
-Tudo bem?
-Tudo. Quanto tempo eu fiquei em coma?
-Cinco anos.
-Nossa! Quando sair marcamos de novo o nosso casamento.
Ela chorando.
-Não, não Fábio. Eu não vou casar com você.
-Está com outro homem?
-Claro que namorei outros homens enquanto você estava em coma. Eu pensei que você nunca mais iria acordar.
--Te amo. Eu paro de usar cocaína.
-Você não tem que parar por minha causa, e sim pela sua. Você perdeu cinco anos de sua vida, perdeu tantas coisas. Eu não te amo mais.
-Me disseram que você me visitava todos os dias. – ele chorando.
-Eu tive pena de você, agora só tenho um carinho fraternal por você. – vai alisar o rosto dele – Podemos ser amigos.
-Saia, não quero ser seu seu amigo. – ele vira o rosto.
Ela se retira.
Depois vai até a delegacia para entrevistar Pedro Archanjo.
-Pedro Archanjo?
-Sim. Quem é você?
-Sou do Tribuna Carioca. – oferece a mão.
-Não dou entrevistas para jornalistas. Vocês colocam os viciados, os traficantes fazendo uma história miraborante. Coneço tipos como você. Falam mal dos quew usam, mas não passam também de um bando viciados desde da época da faculdade.
-Você não pode julgar assim todos, ou acha que só tem gente boa na polícia?
Ele não responde.
-É só issso?
-É.
Ela se retira e encontra o colega de trabalho.
-Sujeito idiota.
-Não conseguiu a entrevista?
-Não.
-Já vou.
-tá.
Ele sai com a moto e ela entra no carro, mas o carro não pega.Ela sai, está vindo Pedro Archanjo.
-Com problemas?
-Não te interessa.
-Eu te dou carona. Mora aonde?
Ela o olha.
-Desculpa pelo o que eu disse.
-Está bem.
Ela entra no carro dele, ele a leva até em casa.
-Obrigado.
-de nada.
Ela sai do carro.
-Qual o seu nome?
Ela vira-se.
-Lara.
-Lara se quiser eu te dou a entrevista.
-Certo.
-Amanhã levo o seu carro para o conserto, eu pago, é uma forma de me desculpar por ter te destratado.
-Obrigado, mas eu gosto de pagar eu mesma minhas contas.
Ela entra e ele se retira.
Em casa, o rosto dela não saia da cabeça dele. Tinha um rosto angelical, branquinho, com um sinal perto da boca, parecia uma boneca de porcelana. Linda. O seu resto doce e meigo não parecia nada com seu jeito explossívo, rebelde. Lara... lara...lara ele dormiu repetindo o ome dessa lina mulher .
É marcada a acareação com o juíz com Dona Branca de Melo Trindade. A frente da Comarca está cheio de curiosos e jornalistas, entre eles, Lara e o seu colega .
Branca chega na viatura , tiram várias fotos , ela está de óculos escuros e algemada, ao lado dela o advogado.
- A senhora ganhava quanto traficando?
-É verdade que a senhora fabricava ternos recheados de cocaína.
-Deixem minha cliente por favor.
-O que a senhora tem a falar da conta na Suíça? –Lara pergunta.
Ela vai entrar na Comarca, vira-se e dá uma banana para a imprensa, esta retibui tirando9 fotos. Ela entra.
-Tirou a foto? –Lara pergunta ao colega.
-Tirei.
-Chega outra viatura, a multidão se dirige toda para o outro carro.
Saem Carolina, Rafael e Pedro Archanjo.
-Eles não irão responder nenhuma pergunta.
Eles vãso subindo a escada, ele ver Lara.
-Você aqui??
-É, sou igual ao senhor, não tenho direito a feriado. E você tá fazendo o que aí?
-Vim acompánhá-los. –Ele se retira.
Ela vira-se para o seu colega.
-Dê uma volta por toda Comarca. Temos que descobrir em que salas eles estão. E torcer que as janelas sejam trasparentes para fazer uma boa foto. Anda.
Ele se retira. Ela senta-se no gramado aguardando o fim da acareação.
Na sala aguardando ser chamada Branca com o seu advogado.
-Negue, sempre negue. A lei te protege.
-Espero. Que você está sendo muito muito bem pago. E já foi resolvido os problemas com os meus bens?
-Ainda estão apreendidos.
-E o meu marido?
-Nenhum sinal dele.
Ela é chamada.
-Vamos.
Ela entra na sala e senta-se.
-Senhora Branca de Melo Trindade, a senhora é acusada de tráfico de drogas, formação de quadrilha, lavagem de dinhero, sonegação fiscal. O que tem a dizer sobre essas acusações.
-São todas falsas meritissimo.
-Quando a senhora foi presa estava em posse com 9 quilos de cocaína. Tem uma conta conjunta em 50 milhões na Suíça com o seu marido.
-Eu não tenho nada haver com as sujeiras do meu marido.
-Ela é estilista meritissimo. –fala o advogado –Conhecida mundialmente.
-Fabricava ternos recheados com um quilo de cocaína , os desfiles não podiam ser filmados e as notas fiscais eram frias.
-Calúnia, estou sendo vítima dessa sociedade , eu posso ser muito bem uma usuária .
-A senhora convivia com o seu marido. Casada há 26 anos. E asenhora quer me dizer que não sabia de nada dos negócios do seu marido.
-O marido pode muito bem ser outra pessoa dentro de casa meritissimo.
-Ela foi presa em flagrante oferecendo cocaína para as suas clientes. A senhora também vendia nos seus desfiles no estrangeiro?
-eu não sei do que o merritissimo está dizendo.
-Entra Carolina Bastos.
Ela entra e senta-se de frente com Branca.
-O que é isso? Ela vai ser interrogada comigo? Nem a conheço. –se levanta.
-Contenha-se Dona Branca.
-Sente-se Branca. –o advogado.
-Carolina você é acusada de tráfico de drogas , homicídio,. Ocultação de cadáver, formação de quadrilha, crime contra o menor, furto, pirataria de jóias. O que tem a dizer sobre esses crimes.
Ela come3ça a chorar a chorar.
-Cometeu esses crimes Dona Carolina? Conhecia pessoalmente a senhora Branca?
Não, meritissimo. Só tive contato com o marido dela.
-A senhora matou o seu marido?
-Sim. Eu era muito infeliz com ele, me envolvi com paulo, me apaixonei por ele . ele pediu que fugisse com ele, mas tinha medo do meu marido, ele me espancava todos os dias. Até o dia em que taquei fogo nele vivo.
Branca começa a rir.
-Meritissimo, o senhor vai acreditar nessa historinha da carochinha.
-Dona Branca se dirija a mim quando eu pedir.
-branca cale-se. –pede o advogado.
-A senhora com o seu falecido amante entraram nos Estados Unidos com meninas recheadas de cocaína. Foi presa em flagrante negociando cocaína.
-Eu assumo os meus crimes.
-Que bonitinho e comovente. - Fala Branca.
-A senhora tinha conhecimento que era vendido cocaína nos desfiles da senhora Branca?
-Não, mas a quantidade de drogas no estoque, o plano miraborante e asituação suspeita.
-Vagabunda!
Branca se levanta e puxa os cabelos de Carolina.
-Vadia.
Policiais apartam a briga.
-Louca. –fala Carolina.
-Me soltem. Vocês estão diante de Branca de melo Trindade. Eu fiz história na moda.
E agora nas páginas criminais dona Branca. Recesso de uma hora. –ele se retira.
-Você estragou tudo Branca.
-Pois concerte. É pago pra isso.
Carolina é levada pelos policiais, está com sorriso nos lábios.
-O que foi? Pela quantidade de crimes que você tem . Você vai apodrecer na cadeia infeliz .
-Mas serão anos que pagarei satisfeita só em ver uma madame como você atrás das grades. –ela é retirada.
-Que sujeitos que o meu marido me obriga a conviver.
Carolina está saindo da Comarca.
-A senhora vai voltar pro hospital/
-ela está sendo levada para um presídio, lá aguardará o julgamento.
Entra no carro. A imprensa depois recebe um documento contendo a primeira parte da acareação.
-Nossa que sujeitinha baixa é a Dona Branca. Como eu queria ver ela descer do salto. –fala Lara.
-A senhora como tem uma conta conjunta com o seu marido e não sabe para que ela servia. Não é uma prova suficiente que a senhora fazia parte da quadrilha.
-Vamos. Continue. O que mais?
-Meritissimo, perdõe minha cliente, ela está nervosa.
-Quem te fornecia? Quem ordenava fabricar os ternos? Quem lucrava.
-Eu! Eu! Eu! Eu tenho dinheiro suficiente pra isso. Se eu quiser eu compro até essa Comarca. Quem garante que sua esposa ou filhos não compram droga na mão do meu marido. É um negócio como outro qualquer. Que país falso moralista. É terceiro mundo.
-branca.
-Me deixa. Me prendam logo. Dia ou menos dia eu vou está solta, tudo é uma questão de dinheiro nesse país.
O advogado se retira, ela senta-se.
-Parabéns Dona Branca nunca vi uma pessoa tão... bandida. Entre rafael paranhos.
-Tráfico de drogas, formação de quadrilha. O que tem a dizer sobre esses crimes?
-Eu os cometi.
-Não, só o marido.
-O senhor já tinha sido condenado por tráfico.
-sim, meritissimo.
-O senhor foi a Cuba, a China e a uma favela do Rio, onde hopuve troca de tiros com policiais e traficantes. Foi fazer o que nesses locais?
-Vender cocaína.
-Quanto Sérgio prometeu a você?
-10 milhões.
-Conheceu Pierre, Maria Clara e Paulo?
-Sim, eles também participaram da Rota 21.
-Que data você e os outros se reuniram para saber o plano?
-Cinco de fevereiro.
-Você se acha pior do que Dona Branca por ser de outra classe social, de outra cor. Mesmo que tenha cometido oi mesmo crime que ela tenha cometido o mesmo crime que ela.
Rafael olha para Branca.
-Não, tenho os mesmos direitos que ela e dizem que a justiça tem que ser imparcial.
-Dona Branca será levada a um presídio feminino e lá aguardará o seu julgamento que deve ocorrer até o fim desse ano. Rafael também será transferido para um presídio para aguardar o seu julgamento.
Eles são algemados e o juíz se retira. Ela é retirada da Comarca não escuta as perguntas dos jornalistas que são feitas a ela.Nem nota que está sendo fotografada.
Ela entra na viatura e é levada até a penitenciária, lá, ela tira os brincos, pulseiras, colar, presilha, se veste com a roupa de presidiária. É levada até a cela.
As colegas de cela a olham.
-o que estão olhando? Eu vou sair muito antes que vocês pensam, tenho dinheiro, muito dinheiro. Cadê a minha cama?
-tem pouco colchão, tem que dormir no chão boneca, se haver espaço no chão, porque aqui está lotado querida. Agora cale a boca.
Ela senta-se num canto da cela ao ver a grade teve a certeza que estava presa.

Um comentário:

  1. Nossa!!Legal adoro ler,e gostei muito desse conto.Virei mais vzes.Só um tk para quem postou, dá uma verificada no texto antes de publicar porque tem palavras repetidas e ums errinhos.Mas nada que tire o prazer de uma boa leitura parabens.Se tiver um tempinho vá me visitar.http://voceeasuaimagem.blogspot.com

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